Moisés, o grande líder de Israel, o homem que falava face a face com Deus, profetizou que o Senhor levantaria um grande profeta, a sua seme...

Deus, através de Moisés, promete o advento do Messias

Moisés, o grande líder de Israel, o homem que falava face a face com Deus, profetizou que o Senhor levantaria um grande profeta, a sua semelhança, entre o povo de Israel. Os profetas de Deus, desde Samuel a Malaquias, eram porta-vozes  do Senhor junto ao povo, para corrigi-los e trazê-los ao real cumprimento de suas palavras, eles mesmos profetizaram o advento do Messias. Moisés foi escolhido por Deus para resgatar o povo da escravidão do Egito e levá-los à terra prometida, era o líder exclusivo dos Judeus. Dt. 18: 15-22 Eles, os judeus, na época de Jesus, por terem passados por várias privações, em consequências de terem se afastado de Deus, almejavam a vinda do Messias que os livraria das mãos dos romanos, mas não era essa a promessa de Deus, o Messias não seria exclusivo dos Judeus, porém de toda a população da terra. O reino que seguiria após o cumprimento do Messias, seria espiritual, o livramento se daria no coração dos homens, o resgate da humanidade e reconciliação far-se-ia no sacrifício do Cristo que libertaria as Nações de seus pecados e da morte eterna.  João 1:29
Ao fazer a profecia, Moisés exortou-os a verificar se aquele profeta era de Deus, para isso era necessário vir se as suas palavras, prodígios provinham do Senhor. O Mestre em seu curto Ministério produziu milagres, prodígios e falava com autoridade, atestando seu poder divino. Jesus é o Deus homem, foi crucificado por ter dito ser o Filho de Deus. Caifás, o sumo-sacerdote, condenou Jesus, ao perguntar-lhe se era o Cristo de Deus. “Conjuro-te pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus” e Jesus ter-lhe dito que sim. Mateus 26: 63-66
Moisés era o participante do concerto que Deus havia feito com os patriarcas, Abraão, Isaque e Jacó. O povo israelita, em seu estágio nas terras egípcias, aprenderam os conhecimentos e as ciências daquele povo, pois eram criadores de gado, não estavam afeitos, portanto, aos mistérios da cultura geral, ao passar por esse aprendizado, ficaram aptos assumirem a nova terra. Durante o período no Egito tornaram-se escravos e o Senhor os livrou da escravidão, por mão forte através de Moisés. Agora preste a tomarem posse da terra prometida, Moisés em suas ultimas advertências, informa-os do advento de um profeta a sua semelhança e a ele deveriam ouvir. Porém no passar do tempo na terra de Canaã incorreram na apostasia, não obedecendo aos clamores de Deus, sendo um povo de dura cerviz, foram castigados. Houve a necessidade de um novo concerto, esse espiritual, para todos os povos da terra e eterno. E os que aceitarem essa nova dispensação dada por Deus em Jesus, os seus pecados serão esquecidos. Diz o Senhor: “Porque serei misericordioso para com suas iniquidades, E de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais”. Jeremias 31: 31-34 e Hb. 8: 8-13
O Senhor ao seu tempo fez cumprir sua promessa messiânica, tomando a forma de homem, por meio de seu espírito e reconciliou a si todas as Nações em Jesus, o Messias prometido, o Cristo, o Filho do Deus vivo. O Mestre interrogando seus discípulos, perguntou-lhes: “E vós, quem dizeis que eu sou? E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Mateus 16: 15-16

Jesus faz essa mesma pergunta a todos os homens: “E vós, quem dizeis que eu sou?”    

Aproxima-se o término de mais um ano, é comum fazer-se relatório de tudo o que foi realizado e o que deixou de ser feito durante os doze me...

A ânsia de se prever o futuro, adivinhadores, cartomantes e os horóscopos

Aproxima-se o término de mais um ano, é comum fazer-se relatório de tudo o que foi realizado e o que deixou de ser feito durante os doze meses. E para o ano que se avizinha, faz-se um planejamento, para não cometer os mesmos erros ou omissões do que se passou. Vive-se na esperança ou confiança de que tudo será diferente nessa nova etapa e na incerteza muitos recorrem aos adivinhadores, aos astrólogos, aos cartomantes e aos consultores dos mortos. Essa prática era bastante comum entre os povos que habitavam as terras de Canaã e por isso Deus os abandonou, entregando aquelas terras aos Judeus. “Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança fora de diante de ti”. Dt. 18: 9-14
O Senhor condena o culto realizado por aqueles povos, exorta aos israelitas a não praticá-los, não sacrificando os seus filhos aos deuses, nem em busca dos aventureiros, pois é um povo santo e deveriam ser perfeitos como o seu Deus. “Perfeito serás, como o SENHOR teu Deus”. Dt. 18: 13 O homem por si próprio dificilmente chegará à perfeição completa, mas deve procurar aperfeiçoar-se a cada dia. “Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto”. Salmos 51: 10
A busca pelo conhecimento futuro é algo inerente à alma humana, impulsiona-o conhecer o que ocorrerá de bom ou mal em sua vida. A imprensa em geral consulta os astrólogos, aos cartomantes, aos adivinhadores etc. Criando curiosidade entre a população sobre o que acontecerá no ano vindouro. Há pessoas que não realizam nada, sem antes consultar o seu horóscopo do dia.
O homem ao fazer uso de tais práticas, anula a fé em Deus. Pois o Senhor dirige a vida de todos os que o aceitam e creiam nele. O futuro pertence a Deus. “E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder”. Atos 1: 7
Engana-se o homem ao vaticinar o seu futuro, pois os falsos adivinhadores usam palavras óbvias, conceitos comuns e muitos desses argumentos acabam ocorrendo, criando uma falsa ilusão de acerto nos prognósticos.  O Senhor é Deus vivo, a ele somente a ele se deve louvar e buscá-lo, ele conhece o homem, dirige-o em todos os momentos, porque motivo consultar os mortos?  Isaias 8: 18-20
Na ânsia de conhecer o que lhe reserva no futuro, o homem é presa fácil aos aventureiros. Foi assim com o rei Saul, afastou-se de Deus e depois o procurou, sem antes arrepender-se de seus pecados, não foi ouvido pelo Senhor. Mas desejava saber o que aconteceria na batalha com os filisteus, buscou uma feiticeira, perdeu a batalha e foi morto. I Sm. 28. Diferentemente de Saul, Davi consultou a Deus se poderia ir a luta contra os filisteus e ele respondeu, dizendo-lhe que fosse, pois os entregaria em suas mãos. I Cr. 14: 8-17

A consulta a Deus pelos homens deve ser constante. Confiar somente nele e procurando discernir a sua vontade de acordo com as Escrituras e com os acontecimentos que ocorre a sua volta. “ROGO-VOS, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus”. Rm 12: 1-2 

Encerrado o julgamento do mensalão pelo STF, havendo apenas a revisão dos embargos infringentes. Trouxe, com a condenação dos réus, um sent...

O julgamento do mensalão no STF e o exposto nas Escrituras Sagradas

Encerrado o julgamento do mensalão pelo STF, havendo apenas a revisão dos embargos infringentes. Trouxe, com a condenação dos réus, um sentimento de justiça. Os ânimos de todos oscilavam para o real cumprimento de justiça ou não. Os Ministros agiram de forma correta, mesmo que para muitos não tenha ocorrido justeza no julgamento, porém foi dado aos réus o direito de ampla defesa, não somente aos que obtiveram quatros votos de absolvição, mas aos que obtiveram menos. Houve realmente a isonomia necessária.
Nas Escrituras a corrupção e o suborno são ações condenadas, tanto na lei de Moisés quanto na lei de Cristo e o julgamento deve ser feito com justiça, dando direito ao réu ampla defesa.
Moisés, chamado pelo escritor judeu, Flávio Josefo, o grande legislador, instruiu o povo escolher juízes e oficiais, para julgá-los e governá-los. E ao julgá-los, fossem fiéis à justiça. Não fazendo acepção de pessoas, nem recebendo suborno, pois o “suborno cega os olhos dos sábios, e perverte as palavras dos justos.”. Dt. 16: 18-19 A acusação só poderia ser feita através de duas ou mais testemunhas. Dt. 17: 6  A missão de Moisés foi: organizar, administrar, governar e legislar o povo de Israel.
Jesus, o Messias prometido por Deus, citado nas profecias de Moisés e dos profetas, teve como missão, restaurar o reino de Deus junto aos homens. Separou os reinos o temporal e o Espiritual. “Dai, pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”. Mateus 22: 21 A essência da lei de Jesus é o amor. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Mateus 22: 35-40  O Apóstolo Paulo referenda o mandamento de Cristo, escrevendo à Igreja de Roma, exorta-os à obediência aos governantes e as leis, advertindo-os a pagar os tributos, os impostos, honrando os chefes de estados e a temê-los, não devendo nada a ninguém, apenas o amor uns para com os outros, pois assim fazendo cumprirão as leis, não adulterando, não matando, não furtando, não cobiçando e não dando falso testemunho, havendo outro mandamento ele se resumirá no amor ao próximo, portanto o cumprimento da lei é o amor. Rm. 13: 7-10
Jesus não revogou a lei, antes, deu-lhe um sentido mais amplo. Mateus 5: 17-48  O amor a Deus e ao próximo. Advertindo-os para o que fizessem, mesmo aquele realizado à sombra dos gabinetes e as ocultas, seria conhecido e apregoado nos telhados para todos ouvirem, hoje seria na internet e na mídia.  Lucas 12: 2-3; 59  E, a acusação, se houver, deverá ser feita à luz de duas ou mais testemunhas. Mateus 18: 16 e I Tm. 5: 19  No julgamento do reino de Deus não há impunidade. “Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo”. Hb. 10: 31 No julgamento do Senhor Jesus houve tudo o que as Escrituras condenam. Suborno, falsas testemunhas, acepção de pessoas, soltaram um assaltante e condenaram um inocente. Foram severamente punidos, a destruição do Templo no ano 70 pelo Imperador Tito, orgulho deles e dispersos pelo mundo. Mateus 27
No mensalão houve vinte três condenações e duas absolvições, não ocorreu, portanto, a impunidade e onze deles foram presos. Ocorrerão, sem dúvida, as chicanas, protelações e ações subterfugias para livrá-los da prisão, isso faz parte do jogo jurídico, mas o importante foi à condenação.
Se todos os homens pudessem compreender e seguir as Escrituras Sagradas, o mundo seria melhor!


A Nação Israelita foi formada de um só tronco o Patriarca Abraão, este teve como filho Isaque e esse Esaú e Jacó, tendo Deus escolhido Jacó...

O SUSTENTO DOS OBREIROS DE CRISTO

A Nação Israelita foi formada de um só tronco o Patriarca Abraão, este teve como filho Isaque e esse Esaú e Jacó, tendo Deus escolhido Jacó o continuador da linhagem na formação de seu povo. Jacó teve doze filhos, herdeiros, que constituíram as tribos da nação judaica. Tendo José duas tribos Efraim e Manassés.  Deus escolheu a tribo de Levi para o seu Ministério, essa não teria participação na herança terrena, mas o Senhor é a sua herança. Os Príncipes da tribo de Levi, descendentes de Arão, irmão de Moisés, seriam os sacerdotes responsáveis pelos sacrifícios, os outros príncipes, não descendentes de Arão, mas da tribo de Levi, seriam responsáveis pela guarda, transporte e manutenção dos utensílios do Tabernáculo. Nm. Cap.3
Por serem responsáveis pelo serviço da obra de Deus, não poderiam envolver-se com os cuidados terrenos, seriam supridos por Deus, pelos dízimos e ofertas dadas pelo povo. Não estavam isentos de possuírem bens, poderiam tê-los, porém a função primordial deles era o serviço do Senhor. Dt. 18: 1-8
Jesus escolheu, com a aquiescência de Deus, doze discípulos. Ordenou, inicialmente, que pregassem o evangelho do reino de Deus aos judeus, nada possuíssem, nem ouro, prata ou cobre em seus cintos, não levassem alforje, duas túnicas, alparcas ou bordão. Porque Deus os supriria, pois digno é o obreiro de seu salário. Mateus cap 10 Depois enviou mais setenta discípulos com o mesmo recado, seriam todos alimentados por pessoas dignas, mas se alguém não lhes recebesse condignamente, seriam réus diante do trono do Senhor. Porquanto eram mensageiros de Cristo e ao rejeitarem os enviados por Jesus, ele também os rejeitaria. Lucas 10: 1-16
O Mestre sentindo a aproximação de sua prisão e morte, após a última ceia, perguntou aos seus discípulos, quando havia enviado-os a pregar, se alguma coisa faltara, eles disseram: nada, nada lhes havia faltado. “E disse-lhes: Quando vos mandei sem bolsa, alforje, ou alparcas, faltou-vos porventura alguma coisa? Eles responderam: Nada”. Lucas 22: 35
No correr da história eclesiástica as profecias de Jesus se cumpriram, ainda está se cumprindo, principalmente a rejeição ao evangelho, as perseguições e mortes. Mas muitos tem-se convertidos, homens e mulheres fiéis levam as mensagens aos incrédulos, obedecendo a ordem do Mestre, “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”. Marcos 16: 15 Esses são os mensageiros de Deus. A Igreja deve suprir os seus obreiros em suas necessidades seculares, nos dízimos e nas ofertas, nada lhes faltando. O Apóstolo Paulo, o que se dá a entender, possuía como ofício o fazer tendas e fazia junto com Áquila e Priscila, Atos 18: 3 Um ofício que empregava dezenas de milhares de operários, isso contribuiu em muito para com seu apostolado, mas solicitava as Igrejas suprirem as necessidades dos mais pobres. “E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará. Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra; Conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; A sua justiça permanece para sempre”. II Cor. 9: 6-9 “Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina; Porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário”. I Tim. 5: 17-18


Nas suas admoestações Moisés reiterava sempre a necessidade do afastamento do povo à idolatria, para tanto não deveriam seguir os costumes ...

A proibição à idolatria e a escolha de governantes de acordo com a vontade de Deus

Nas suas admoestações Moisés reiterava sempre a necessidade do afastamento do povo à idolatria, para tanto não deveriam seguir os costumes dos povos adjacentes, não plantando árvores junto ao altar de Deus, a palavra hebraica “asherah” provavelmente signifique uma árvore com uma figura de uma deusa cananeia asera, poste ídolos, uma pedra com uma figura simbólica, adorada por eles. Deus era o único objeto de adoração e a ele deveriam oferecer o melhor que possuíam em sacrifícios. Dt. 16: 21-22 e 17:1
A severa observância aos mandamentos de Deus, não permitia o afastamento de qualquer pessoa, homem ou mulher, para a idolatria, adorando ou servindo a outros deuses ou ao sol, a lua, ao exército dos céus e a outros objetos dos quais não foram ordenados por Deus, se houvesse essa desobediência, aquele homem ou mulher seria levado a julgamento e a acusação, somente deveria ser ouvida, se houvesse duas ou mais testemunhas, uma só testemunha não seria ouvida. O homem e a mulher, confirmando a acusação, morreriam por apedrejamento, as testemunhas lançariam as primeiras pedras antes de todos, mostrando a severidade do julgamento. O sacerdote e o juiz em última instância julgariam e daria o veredito, a observância e respeito ao juízo dado, não poderia desobedece-las, eles, o sacerdote e o juiz, estavam a serviço de Deus. Dt. 17: 2-13
Deus conhecendo o coração dos homens ordena a Moisés, dizer-lhes que não era proibido, escolherem no futuro um rei ou governante. Porém escolheriam de acordo com o coração de Deus, o estrangeiro não faria parte do governo, somente irmãos oriundos do meio do povo israelense. Ao assumir o reinado, o rei escolhido, seria rigoroso consigo mesmo, não multiplicaria para si cavalos ou comerciaria com o Egito, nem multiplicaria mulheres, para não desviar-se do caminho do Senhor, nem ouro ou prata teria em abundância. O seu enriquecimento seria somente na sabedoria das escrituras sagradas que copiaria em um livro, guardá-la-ia consigo para meditar, segui-la e cumpri-la. Tendo esse cuidado o seu reino se prolongaria e governaria em benefício do povo. “Para que o seu coração não se levante sobre os seus irmãos, e não se aparte do mandamento, nem para a direita nem para a esquerda; para que prolongue os seus dias no seu reino, ele e seus filhos no meio de Israel”. Dt. 17: 14-20
Salomão foi desobediente a esse mandamento. Multiplicou cavalos, comercializava-os com o Egito. I Rs. 10: 28-29 e multiplicou mulheres, teve setecentas mulheres. E elas perverteram o seu coração, levando-o a idolatria. Deus indignou-se dele e repartiu o reino, mas não a presenciou, pois o Senhor amava seu pai, Davi que lhe foi fiel. I Rs. 11
Nos dias atuais esse mandamento se faz atuante no meio dos servos de Cristo. Os obriga escolherem  governantes de acordo com os desígnios do Senhor, principalmente àqueles os quais fazem uso de sua Escritura Sagrada, sendo honestos, humildes e ciosos de suas responsabilidades, pois irão governar e legislar em lugar do povo. A escolha deve ser criteriosa, consultando o Senhor em oração sincera para saber qual a sua vontade. Pois é o Senhor que os coloca para governar e a eles deve-se obedecer. Rm. 13 

  

Durante a peregrinação no deserto, Moisés designou oficiais e juízes de acordo com a quantidade do povo, mil, cem, cinquenta e dez mil, par...

O julgamento sem justiça, absolve o ímpio e condena o inocente

Durante a peregrinação no deserto, Moisés designou oficiais e juízes de acordo com a quantidade do povo, mil, cem, cinquenta e dez mil, para ouvi-los e julgá-los, seriam, portanto, várias  instâncias de julgamento, aquilo que não pudessem resolver, trouxessem a ele para julgar, o juízo deveria ser justo, seria feito entre os judeus, homens e seus irmãos e entre os estrangeiros que houvessem entre eles, não poderiam discriminá-los, ouviriam o pequeno e o grande, sem temê-los, pois o juízo era de Deus. Dt. 1: 16-17 Ao possuir a herança de Deus, Moisés não estaria mais a frente do povo e as tribos, cada uma, em sua possessão de herança. Haveria necessidade de ter juízes e oficiais em cada cidade. Recomenda-lhes escolherem juízes e oficiais para cada uma delas, para julgar com justiça, sem torcê-la, nem fazendo acepção de pessoas, nem tomando suborno ou corrompendo-se e os problemas de maior gravidade seriam levados ao sacerdote para julgá-los.  Dt. 16: 18-20; 17: 8-9
A primeira recomendação é para que o juízo seja de justiça, sem torcê-lo. O que é justiça?  Justiça é equidade. “Virtude moral que inspira o respeito dos direitos de outrem e que faz dar a cada um o que lhe pertence”. (Minidicionário da língua portuguesa-Soares Amora-18 Edição-Editora saraiva) Segunda: Não fazer acepção de pessoas. “Não farás injustiça no juízo; não respeitarás o pobre, nem honrarás o poderoso; com justiça julgarás o teu próximo”. Lev. 19: 15 Deus não faz acepção de pessoas, diante dele todos são iguais e a salvação é para todos, isso mostrou ao Apóstolo Pedro quando chamado por Cornélio, centurião da coorte chamada italiana, piedoso e temente a Deus, ele era estrangeiro e os judeus não se misturavam aos gentios.   Atos cap 10
Deus condena a corrupção e o suborno, pois “o suborno cega os olhos dos sábios e perverte as palavras dos justos”. Dt. 16: 19b O homem é falho, sente-se atraído pela aparência e é enganado pelo falso justo, pelo bajulador e pelo dinheiro, acaba sendo subornado, vendendo-se e não fazendo justiça a quem de direito. Ficando preso ao subornador. Judas Iscariote e os maiorais dos judeus fizeram um falso juízo de Jesus, para eles, o Messias prometido seria político e libertá-los-ia do jugo romano, porém vendo que o reino de Cristo era espiritual, Judas vendeu-o, por trinta moedas de prata, aos maiorais dos judeus que desejavam matá-lo. Manteve-se em segredo esperando a oportunidade de entregá-lo, mas o Mestre, em seu poder onisciente, sabia que ele o entregaria e à mesa, junto com os seus discípulos, durante a ceia, faz alusão que um deles o trairia, Judas lhe pergunta se era ele, Jesus diz que sim. Muitos ao se subornar ou corromper-se o faz as ocultas, achando que assim fazendo ninguém irá saber. Judas fez as ocultas, mas o Mestre sabia o que ele havia feito. Ao vir à condenação do Mestre, arrependeu-se, mas era tarde, enforcou-se. Mateus cap 26
O julgamento de Jesus teve tudo o que Moisés exortou não fizesse, subornaram Judas, testemunhas falsas, acusações sem fundamentos, acepção de pessoas, absolveram um condenado, Barrabás fora preso por sedição e homicídio, pregava o ódio e a guerra. Condenaram um inocente, Jesus, pregava o amor ao próximo, paz, benevolência, misericórdia e ressuscitou muitos.  Sofreram as consequências desse ato, no ano setenta depois de Cristo, foram dizimados e dispersos pelo mundo, perdendo a posse da terra prometida. O templo que se orgulhavam, foi inteiramente destruído, restando um muro que o sustentava, sendo atualmente o muro das lamentações.
O Mestre exige que a justiça dos seus servos exceda as dos fariseus e escribas, os maiorais dos Judeus.  “Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus”. Mateus 5: 20 E o Apóstolo Paulo  diz que a ira de Deus vem sobre os que destorcem a justiça em injustiça. “Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça”. Rm. 1: 18


O benefício que Deus dá ao homem, nunca deverá ser esquecido. Moisés insta o povo para o cumprimento da realização da páscoa, para lembrar-...

Pascoa e Ceia memoriais de liberdade

O benefício que Deus dá ao homem, nunca deverá ser esquecido. Moisés insta o povo para o cumprimento da realização da páscoa, para lembrar-se perpetuamente da dádiva do Senhor  em tê-lo tirado da escravidão do Egito. “GUARDA o mês de Abibe, e celebra a páscoa ao SENHOR teu Deus; porque no mês de Abibe o SENHOR teu Deus te tirou do Egito, de noite... Para que te lembres do dia da tua saída da terra do Egito, todos os dias da tua vida”. Dt. 16:1;3c Abibe ou Nisã mês de março-abril – 30 dias, era o sétimo do ano civil e o primeiro do ano sagrado dos judeus. A comemoração da páscoa era feita pelo sacrifício de animais. “Então sacrificarás a páscoa ao SENHOR teu Deus, das ovelhas e das vacas, no lugar que o SENHOR escolher para ali fazer habitar o seu nome”. Dt. 16: 2  Simbolizava a libertação do jugo egípcio, quando por ordens de Deus, o povo judaico imolou cordeiros e o seu sangue foi aspergidos nas vergas e nas ombreiras das portas para que o anjo da morte não executasse os herdeiros do povo judeu.  “E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito. E este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao SENHOR; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo”. Ex. 12: 13-14 O chefe de família reunia os seus, lembrava-os da história do povo israelita. Os sacrifícios significavam a expiação e dedicação, as ervas amargas à amargura da escravidão egípcia e os pães ázimos a pureza.
Faraó, quando Moisés foi escolhido por Deus para libertar o povo do jugo egípcio, era outro, tão mau quanto o anterior, endureceu o seu coração, não permitindo a liberdade ao povo de Deus, o Senhor usou de justiça com seu povo,  este, Faraó, fechou o coração para o Senhor, pecou, teve como paga a morte. “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor”. Rm. 6: 23 Ao libertar o seu povo, Deus sacrificou os herdeiros egípcios, porém ordenou aos Judeus que sacrificassem um cordeiro e o seu sangue os libertaria da morte. A páscoa significava a liberdade através do sangue. Cristo, a semelhança do cordeiro, libertou todos os homens de seus pecados. Ele é o cordeiro pascal, ali na cruz encerrou a profecia do Messias, dos mandamentos da lei sacrificial. Iniciou um novo concerto. “O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado”. I João 1: 7b
Com advento do Messias sacrificando-se durante a páscoa, cumpriu a lei dos sacrifícios, encerrando o memorial pascal. “E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta páscoa, antes que padeça; Porque vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no reino de Deus”. Lucas 20: 15-16  Cristo expiou os pecados dos homens pelo seu sangue derramado no gólgota e deu-lhes um novo estatuto, para lembrarem-se sempre desse ato de amor. “E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós”. Lucas 20: 19-20
A páscoa judaica deveria ser comemorada com pão sem fermento, ázimo, significa pureza, pois ao saírem do Egito nada levaram consigo. “Nela não comerás levedado; sete dias nela comerás pães ázimos, pão de aflição (porquanto apressadamente saíste da terra do Egito), para que te lembres do dia da tua saída da terra do Egito, todos os dias da tua vida”. Dt. 16: 3 A ceia do Senhor que é a páscoa cristã, deve ser comemorada em pureza de coração, sem o fermento da maldade e da malícia. “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Por isso façamos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade”. I Cor. 5: 7-8
A ceia do Senhor deve ser um ato de reverência, pureza de coração e um memorial do seu amor para com os homens. “Porque eu recebi do SENHOR o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha. Portanto, qualquer que comer este pão, ou beber o cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do SENHOR”. I Cor. 11: 23-29